“Certa vez, um jovem recém casado havia pesado um belo peixe. Orgulhoso levou seu prêmio á sua linda esposa para assá-lo. Quando o marido se sentou à mesa ficou inconformado, sua esposa ao preparar o peixe que ele pescou heroicamente, cortou-lhe a cabeça e o rabo, então perguntou: Querida por que cortou a cabeça e o rabo do peixe? Ela, intrigada com a pergunta, respondeu: meu bem, para assar o peixe sempre devemos cortar o rabo e a cabeça. O marido, decepcionado, perguntou: Querida de onde tirou esta idéia? Ela disse que havia aprendido com sua mãe. Ele disse que a mãe dele sempre assava o peixe inteiro. Indignada, a jovem moça ligou para sua mãe e perguntou por que ela cortava a cabeça e o rabo do peixe para assar. E a mãe disse para perguntar à sua avó, afinal, fora com ela que havia aprendido. Ao perguntar a avó por que ela havia ensinado sua mãe a cortar a cabeça e o rabo do peixe para assar, ela se assustou com a resposta: sabe o que é minha neta, naquela época a minha forma era pequena e não cabia um peixe inteiro.”
Quantos peixes sem cabeça e sem rabo existem em nossas vidas e em nossa forma de ler, estudar e aprender. É chegada a hora de revermos nossos conceitos.
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