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Pensei neste blog como uma forma de compartilhar com pessoas de meu afeto o mundo cativante da leitura. Mostrando textos interessantes e também sugestões de bons livros.Sintam-se à vontade para também opinar.Obrigada.
Um pôr -do-sol olhando de minha varanda!
domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Será que as mulheres casadas precisam derivar suas necessidades de afeto para outras coisas na vida? Você elogia seu esposo? Quando fez isto pela última vez? No casamento forças inconscientes, maduras e imaturas, bondosas e maldosas, emocionais e espirituais, influenciam a vida do casal. Cada um leva para dentro do relacionamento conjugal coisas boas e ruins que trouxe do seu passado. Não tem como zerar o negativo e entrar no casamento só com o positivo da sua personalidade. Quem nega que influências afetivas negativas do passado não repercutem na vida conjugal, ou está sendo desonesto ou está negando a realidade. Ainda não se conhecem bem. Negar pode ter componentes inconscientes, é verdade. Ou seja, uma pessoa pode negar ter problemas não porque está mentindo, mas porque pode estar inconsciente da verdade interior e de como isto afeta o exterior, o relacionamento. Não há possibilidade de crescimento de um casal enquanto ambos – tem que ser os dois, esposo e esposa – não admitem para si mesmos os seus problemas e não procuram sinceramente entender como isto afeta o relacionamento. O mais comum é cada um acusar o outro pela infelicidade e desentendimento. É muito ruim quando um tem um temperamento defensivo, negativo, em que muito dificilmente admite ter problemas e às vezes mesmo quando admite, usa frases como: “É verdade, tenho esta dificuldade, mas...” E volta a apontar o dedo para o defeito (que pode ser verdadeiro) do outro. Esta atitude pode revelar que esta pessoa ainda permanece com um certo grau (grande ou não) de negação. E com negação não dá para nenhum casamento funcionar bem, pois como o relacionamento pode melhorar se um dos dois nega ter problemas pessoais que afetam a união, quando são problemas reais de personalidade? Também pode ser desgastante para um cônjuge quando sente ser necessário estar colocando limites para abusos do parceiro(a) negados por este. O amor pode morrer assim, porque desgasta, frustra, desanima, cansa. Cada cônjuge tem a obrigação e a responsabilidade de crescer pessoalmente para favorecer o bem estar do casal. A questão mais importante, então, não é encontrar a pessoa certa, mas sim procurar ser a pessoa certa. E isto envolve, inevitavelmente, sinceridade, honestidade, verdade, humildade para dar uma olhada para si, para a maneira como se comporta com o outro, e ver que pode haver problemas e dificuldades nesta maneira de agir, mesmo que o outro também possua dificuldades, o que é real, pois ninguém é perfeito. Há esposas, que são muito chatas, cobradoras, ranzinzas, doentes de romantismo histeriforme, sem terem os pés no chão da realidade, não valorizam o marido, as coisas boas dele, os esforços dele para trabalhar e cuidar do lar e dos filhos. Falo de esposas, porque o mais comum na literatura sobre casamento é a descrição de que os homens não são afetivos, são frios, não se interessam pelo casamento, só pensam em sexo, mas isto não é toda a verdade, e não é mesmo a verdade de todo casal. Há mulheres que precisam aprender a deixar de lado suas características imaturas de quererem ser o centro das atenções, um egoísmo disfarçado de "amor". Você valoriza o trabalho de seu marido? Quando foi a última vez que elogiou sincera e gratuitamente algo do trabalho dele? Quando você oferece carinho a ele, o que você deseja é dar ou receber? O amor maduro é incondicional, não nos esqueçamos disto. A maturidade genuína feminina depende de um desapêgo doentio do namorado, noivo ou marido. É muito fácil crer que mulheres que são carentes de afeto são sadias emocionalmente porque elas estão querendo amor e amor é algo bom. Só que o amor maduro não é pegajoso, não é dominador, não é carente, não centraliza sua felicidade num ser humano, não endeusa o cônjuge. Viver nessa carência não é amar, mas é viver num egocentrismo. Valorize seu marido. Não tenha medo de elogiar o trabalho dele achando que ele irá se afundar no trabalho deixando-a de lado. Um marido gratificado pelos elogios sinceros da esposa passa a ter desejo de estar com ela. E o contrário é também verdadeiro. Se ela nunca elogia, ou raramente elogia, e se ele é um homem de caráter, não irá procurar outra mulher, mas irá provavelmente canalizar sua carência saudável para mais trabalho, ou adoecerá. Há muita coisa importante na vida de uma mulher que ela pode fazer e se envolver, ao invés de ficar novelescamente fissurada com romance, afeto, carinho do seu homem que ela, na verdade, pode não valorizar devidamente, não demonstrar amor incondicional, só cobrar, manipular, e, assim, castrar a possibilidade de bem estar que poderia haver no casal se ela fizesse a sua parte: ser útil, descentralizar sua vida do querer o afeto do marido como se ele fosse um deus para ela, e botar a mão na massa para ajudar as pessoas desse mundo vasto cheio de necessidades válidas. Abra os olhos e você verá que há muita gente, perto ou longe, que você pode ajudar, confortar, animar, repreender com amor, orientar, ao invés de ficar olhando para seu umbigo iludida com a própria ideia de que não é amada suficientemente. |
Do bom trabalho científico, "Práticas educativas e problemas de comportamento: uma análise à luz das habilidades sociais", de Alessandra Turini Bolsoni-Silva (Universidade Estadual Paulista); Edna Maria Marturano (Universidade de São Paulo), [Estud. psicol. (Natal) vol.7 no.2 Natal July/Dec. 2002], trago para vocês alguns comentários que, espero, ajudem aos pais e todos. Habilidade social é a capacidade de conviver bem com outras pessoas, no lar, no trabalho, na comunidade, e envolve: iniciação e manutenção de conversações; falar em grupo; expressar afeto; defender os próprios direitos; solicitar favores; recusar pedidos; fazer e aceitar cumprimentos; expressar as próprias opiniões, mesmo os desacordos; expressar justificadamente quando se sentir molestado, enfadado, desagradado; saber se desculpar ou admitir falta de conhecimento; pedir mudança de comportamento do outro e saber enfrentar as críticas recebidas. Talvez alguns pais que reclamam de certos comportamentos de seus filhos, necessitam agir de melhor forma socialmente, com habilidade social e não com agressividade e/ou sem assertividade. Habilidade social é mais do que ser assertivo. O diálogo com os filhos é básico para a educação deles. É o primeiro passo para desenvolver outras habilidades sociais. Conversando se pode fazer perguntas, expressar sentimentos e opiniões, além de estabelecer limites. Assim, "os pais transmitem padrões, valores e normas de comportamento da cultura para os filhos, o que, segundo Biasoli-Alves, faz parte do papel da família, enquanto primeiro ambiente socializador da criança." Os pais que expressam de forma espontanea e equilibrada sentimentos, agradáveis e desagradáveis quanto ao comportamento dos filhos, passam para eles noções de certo e errado na conduta da família e talvez da sociedade também. Isto dá aos filhos a informação do que se espera deles no lar e os prepara para a vida na sociedade. Deixar de lado ou superproteger são extremos de conduta que favorecem o surgimento de transtornos emocionais e inadequação na vida de relacionamentos. Contudo, para se obter uma boa educação e bom relacionamento entre pais e filhos não basta expressar os sentimentos, mas apontar, "no caso de sentimentos negativos, qual o comportamento de que não gostaram, dizendo o que sentiram frente ao comportamento da criança e sugerindo alternativas para que se comporte de forma mais adequada, sem, contudo, valerem-se de acusações do tipo ‘você não tem consideração’ ou ‘você é uma criança má’, que interferem na auto-estima da criança e prejudicam as interações pais-filhos, pois funcionam como punições." Para Skinner, a punição pode diminuir o comportamento ruim de forma imediata, mas esse resultado não é duradouro, o que estimula os pais a continuarem punindo, e pode gerar medo diante de situações parecidas com a que foi punida. Pode levar a pessoa a fazer qualquer outra coisa para fugir da punição e não garante que o comportamento punido deixe de ocorrer na ausência da punição ou do agente punidor. Se os pais usam prioritariamente a educação punitiva, a criança, provavelmente, não estará livre de desenvolver problemas de comportamento e/ou um quadro depressivo. "Cumprir promessas" também é uma habilidade social importante, pois os pais, ao prometerem e não cumprirem, fazem com que os filhos sintam-se enganados, e prejudica o relacionamento pais-filhos. Ao cumprirem promessas, servem de modelo aos filhos, os quais poderão reproduzi-lo, e aumentará a confiança no relato dos pais. As habilidades de "dizer não", "negociar" e de "estabelecer regras" também são importantes. É importante dizer "não" para pedidos não razoáveis dos filhos. Deve-se analisar o pedido para ver se é algo razoável ou não. "Se for, podem negociar com os filhos, de forma que ambas as partes cedam em algo. É importante que o pai e a mãe concordem, pois se o pai insistir no não, mas a mãe realizar o pedido ou vice-versa, o filho aprenderá o que deve pedir para cada um dos progenitores, de forma a conseguir o que deseja." Isto mostra como é importante pai e mãe conversarem para chegarem a um acordo sobre o que fará com os filhos, para serem unidos nisto. Outra habilidade social importante é a de estabelecer regras. Pais precisam dar tarefas para os filhos que não sejam nem difíceis e nem fáceis demais segundo a idade e as habilidades que possuem. Devem checar se os filhos compreenderam a tarefa solicitada. Se você, pai/mãe, não foi claro com o que queria do filho, não será justo cobrar a execução da tarefa. Elogiem pela tarefa cumprida, mesmo que tenha sido algo simples. "Se a regra não for cumprida, os pais podem conversar assertivamente e verificar o porquê do não cumprimento, repetindo a regra quando necessário." Finalmente, há a habilidade social de "desculpar-se" com os filhos. Quando pais pedem desculpas, admitem os próprios erros, ensinando aos filhos que não são deuses infalíveis e dando o exemplo para que eles se agirem de forma parecida, ao errarem com alguém. Há pais com medo de admitir os próprios erros aos filhos, temendo perderem a autoridade e os filhos perderem noções de limites. Isto não ocorre na realidad. Filhos podem copiar este modelo e adotar em seu próprio comportamento. O ambiente familiar promove comportamentos socialmente adequados ou surgimento e/ou manutenção de atitudes inadequadas. Transtornos mentais podem surgir por causa de punições e negligência por parte dos pais que sem boas habilidades sociais. |
sábado, 20 de agosto de 2011
Aprendizado
Discernir o que se aprende em casa e o que se aprende na escola e nos espaços públicos pode parecer muito fácil, mas não é não.
Em casa, a gente aprende a comer direito, olhando as outras pessoas da família comerem. Antigamente, aprendia-se a declinar – você, senhor, senhora – em casa; hoje, não sou capaz de dizer. É função familiar ensinar a escolher qual roupa se deve usar em cada lugar e ocasião. Há não muito tempo, quando as escolas ainda tinham uniformes, a gente tinha roupa de sair, roupa de casa, roupa de festa e uniforme de escola.
Dependendo da família, manos eram irmãos e irmãos eram manos. A dona de casa chamava para a refeição, para a mesa ou para a hora de comer. Quando se falava da moradia, uns diziam “lá em casa”, “na nossa casa”, “entre nós”. Eu poderia citar muitas outras expressões características de certos grupos que hoje a gente chama de tribo. Varia mais ainda a denominação usada para funcionários do lar: criada, doméstica, serviçal, empregada, aquela que trabalha em casa e os mais envergonhados, que se vexam por ter esse tipo de ajuda, as chamam de secretárias.
Na verdade, cada uma das expressões que fui citando se refere não só a tribos, mas também à origem social. Tudo isso a criança já leva para a escola quando chega a seus portões. Lá, ela adquirirá outros referenciais, por exemplo: se ela tiver sido condicionada a não interromper a fala dos outros, vai ser menos difícil a sua adaptação ao coletivo escolar. Na escola, com certeza, ela aprenderá a escutar, a não interromper, a falar na sua vez, a pedir desculpa por quaisquer atropelos. Pela frequência com que se cruzam, os alunos de uma escola têm que ganhar essas sabedorias. Cabe à escola, além de ensinar conteúdos e modos de convívio, também fazer com que as crianças adquiram posturas que favoreçam a aprendizagem e a memorização. Tem hora de distrair, tem hora de criar, tem hora de memorizar e tem hora de assimilar. Exagerando, eu diria que a cada etapa dessas corresponde uma organização muscular e postural.
Desde os tempos de São Tomas, quando as aulas coletivas foram instauradas oficialmente, viu-se que colocar os alunos em fileiras, uns olhando as costas dos outros, evitava distração. Uns atrás dos outros elimina a crítica alheia e cria um vínculo como se fora pessoal com o professor. No século XX, quando a criatividade foi acrescentada ao currículo como aptidão necessária, o estudo em roda pareceu ser o mais adequado. Na roda, são todos com todos. Um ângulo reto entre braço e antebraço permite escrever com mais facilidade e respirar com fluidez. Essa mesma postura também é mais adequada para mesa de refeições.
Temas aparentemente díspares como linguagem, postura e hábitos cotidianos são aprendidos ora em casa, ora na escola. O difícil é estabelecer, exatamente, o que deve ser ensinado onde.
Muito mais eu poderia escrever sobre a interação escola/família, mas fica para outro dia.
Texto publicado na edição de março de 2011 da revista Profissão Mestre.
Anna Verônica Mautner é colunista da revista Profissão Mestre, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise e palestrante. Autora de Cotidiano nas entrelinhas e Crônicas científicas (Ed. Ágora).
Anna Veronica Mautner
Discernir o que se aprende em casa e o que se aprende na escola e nos espaços públicos pode parecer muito fácil, mas não é não.
Em casa, a gente aprende a comer direito, olhando as outras pessoas da família comerem. Antigamente, aprendia-se a declinar – você, senhor, senhora – em casa; hoje, não sou capaz de dizer. É função familiar ensinar a escolher qual roupa se deve usar em cada lugar e ocasião. Há não muito tempo, quando as escolas ainda tinham uniformes, a gente tinha roupa de sair, roupa de casa, roupa de festa e uniforme de escola.
Dependendo da família, manos eram irmãos e irmãos eram manos. A dona de casa chamava para a refeição, para a mesa ou para a hora de comer. Quando se falava da moradia, uns diziam “lá em casa”, “na nossa casa”, “entre nós”. Eu poderia citar muitas outras expressões características de certos grupos que hoje a gente chama de tribo. Varia mais ainda a denominação usada para funcionários do lar: criada, doméstica, serviçal, empregada, aquela que trabalha em casa e os mais envergonhados, que se vexam por ter esse tipo de ajuda, as chamam de secretárias.
Na verdade, cada uma das expressões que fui citando se refere não só a tribos, mas também à origem social. Tudo isso a criança já leva para a escola quando chega a seus portões. Lá, ela adquirirá outros referenciais, por exemplo: se ela tiver sido condicionada a não interromper a fala dos outros, vai ser menos difícil a sua adaptação ao coletivo escolar. Na escola, com certeza, ela aprenderá a escutar, a não interromper, a falar na sua vez, a pedir desculpa por quaisquer atropelos. Pela frequência com que se cruzam, os alunos de uma escola têm que ganhar essas sabedorias. Cabe à escola, além de ensinar conteúdos e modos de convívio, também fazer com que as crianças adquiram posturas que favoreçam a aprendizagem e a memorização. Tem hora de distrair, tem hora de criar, tem hora de memorizar e tem hora de assimilar. Exagerando, eu diria que a cada etapa dessas corresponde uma organização muscular e postural.
Desde os tempos de São Tomas, quando as aulas coletivas foram instauradas oficialmente, viu-se que colocar os alunos em fileiras, uns olhando as costas dos outros, evitava distração. Uns atrás dos outros elimina a crítica alheia e cria um vínculo como se fora pessoal com o professor. No século XX, quando a criatividade foi acrescentada ao currículo como aptidão necessária, o estudo em roda pareceu ser o mais adequado. Na roda, são todos com todos. Um ângulo reto entre braço e antebraço permite escrever com mais facilidade e respirar com fluidez. Essa mesma postura também é mais adequada para mesa de refeições.
Temas aparentemente díspares como linguagem, postura e hábitos cotidianos são aprendidos ora em casa, ora na escola. O difícil é estabelecer, exatamente, o que deve ser ensinado onde.
Muito mais eu poderia escrever sobre a interação escola/família, mas fica para outro dia.
Texto publicado na edição de março de 2011 da revista Profissão Mestre.
Anna Verônica Mautner é colunista da revista Profissão Mestre, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise e palestrante. Autora de Cotidiano nas entrelinhas e Crônicas científicas (Ed. Ágora).
sábado, 13 de agosto de 2011
O dilema do professor frente à geração Z
Como concorrer com ferramentas como o celular, o computador e a Internet e suas inúmeras formas atrativas que encantam os jovens da geração Z (nascidos a partir de 1993)? Como captar a atenção desses jovens que nasceram e cresceram na era digital? Qual o desafio do professor em atrair essa geração acostumada com e-mail, Twitter, Facebook, Orkut, blogs, Google, informações e comunicações instantâneas?
Há uma reclamação recorrente por parte dos professores com relação ao uso do notebook em sala de aula, uma vez que os alunos se distraem e não prestam atenção à aula. Ora, mas essa geração é a geração da pluralidade, que consegue desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo. É comum, durante as aulas, o aluno fazer uma pesquisa, tuitar, atualizar o mural do Facebook, isso tudo ao mesmo tempo, enquanto assiste às aulas. Mas quanto do conteúdo que é dado em sala pelo professor é realmente assimilado?
A grande vantagem da internet é o acesso fácil e a qualquer momento à informação. Com isso, os alunos acabam preterindo a fala do professor, ou melhor, a aula, pois sabem que podem, num piscar de olhos, fazer uma leitura sobre aquele assunto. A internet estimula as inteligências múltiplas de diversas maneiras, mas talvez de forma superficial. Por exemplo: a leitura em profundidade foi substituída porposts. Para que o aluno precisa ler um livro sobre determinado assunto se o Google disponibiliza o resumo, se o Youtube oferece os mais fantásticos (e também os mais medíocres) vídeos dos mais diferentes assuntos?
O neurocientista Gary Small, pesquisador da Universidade da Califórnia (EUA), acredita que, desde quando o homem primitivo aprendeu a usar uma ferramenta, o cérebro não sofria um impacto tão grande e significativo como ocorreu com o uso da Internet. Sabemos que o cérebro humano é uma estrutura que é movida a desafios e que se transforma com eles.
Segundo pesquisa recente, os alunos de bons professores aprendem 68% mais do que os colegas orientados pelos piores docentes. Então o professor é quem faz a diferença. Apesar de todos os atrativos da internet, em sala de aula, um bom professor é o destaque. E nesse sentido o papel do professor é fundamental em abastecer e alimentar os cérebros dos seus jovens alunos e ajudá-los a aprofundar o conhecimento, a fazer conexões, a transformar essa rede de informações em conhecimentos significativos. Ou pode também proibir o aluno de usar o notebook e de acessar a Internet e usar em suas aulas apenas o PowerPoint, para mostrar textos e mais textos, lendo-os em seguida, sem explicar ou contextualizar, sem instigar os alunos à participação.
Se, afinal, a geração Z está acostumada com atividades que envolvam oxigenação, inovação, criatividade, como se relacionar com alunos que estão num nível digital, tecnológico, diferente do professor?
É necessário que o professor esteja motivado, busque qualificação permanente, conheça as características das novas gerações, os processos cognitivos de aprendizagem, as novas tecnologias e, claro, interaja com elas. Nesse sentido, somos todos aprendizes.
Elizabeth Magno é professora do Estado em Macapá (AM) e coordenadora pedagógica do Centro de Ensino Superior do Amapá.
domingo, 7 de agosto de 2011
Filhos mal educados com certeza é culpa dos pais que passam a responsabilidade de educar para as escolas. Além de tudo temos pessoas despreparadas (devem fazer parte desse grupo de alunos de hoje) que possuem a máquina na mão para falar besteiras. Sou professor de informática, e quando ensino Excel, vejo o despreparo dos alunos do colegial em resolver cálculos básicos de matematica.
Carlos S. Viana.
Professora de fibra e coragem !Beijos, da cidagaede
REPASSEM , REPASSEM
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem
da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.
É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar
com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação.
Há necessidade de todos os que pensam que:
“os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital”
entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas
quanto mais inseridos na era digital?
Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos
em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida?
Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência,
causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.
Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas.
Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância,
onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos,
quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras,
faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê?
De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador,
alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas.
Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom.
Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos?
Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria.
Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida.
Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais.
Para quê o estudo?
Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens?
Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos,
de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria..
Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa
e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série.
Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão.
E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia,
trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),
levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!)
e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes,
planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom.
Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares
como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados.
Professores têm 10 minutos de intervalo,
quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho.
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho,
pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais.
E a saúde? É a única profissão que conheço
que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas.
Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão!
Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área,
só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se
e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos
e os que aguardam uma chance de “cair fora”.
Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas,
ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.
Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos.
Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro,
que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou.
Chega de passar alunos que não merecem.
Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula;
se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina...
E isso é um crime!
Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples.
Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça.
Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam?
Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados?
Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.
Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações
que são realizadas, preferencialmente aos sábados.
Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais,
quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas),
e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade.
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem.
E é essa a nossa realidade!
E, precisamos, também, urgentemente de educação
para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo.
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão:
sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente.
Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo,
e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações
de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras
é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata
Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal
quando um aluno o xinga, o agride...
Chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente
(capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores),
chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores,
deve ser a carreira mais bem paga do país,
afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores,
até mesmo os "alfabetizados funcionais".
Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!!
Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves,
vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.
Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!
Carlos S. Viana.
Professora de fibra e coragem !Beijos, da cidagaede
REPASSEM , REPASSEM
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem
da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.
É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar
com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação.
Há necessidade de todos os que pensam que:
“os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital”
entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas
quanto mais inseridos na era digital?
Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos
em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida?
Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência,
causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.
Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas.
Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância,
onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos,
quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras,
faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê?
De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador,
alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas.
Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom.
Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos?
Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria.
Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida.
Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais.
Para quê o estudo?
Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens?
Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos,
de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria..
Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa
e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série.
Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão.
E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia,
trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),
levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!)
e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes,
planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom.
Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares
como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados.
Professores têm 10 minutos de intervalo,
quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho.
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho,
pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais.
E a saúde? É a única profissão que conheço
que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas.
Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão!
Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área,
só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se
e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos
e os que aguardam uma chance de “cair fora”.
Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas,
ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.
Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos.
Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro,
que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou.
Chega de passar alunos que não merecem.
Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula;
se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina...
E isso é um crime!
Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples.
Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça.
Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam?
Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados?
Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.
Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações
que são realizadas, preferencialmente aos sábados.
Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais,
quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas),
e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade.
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem.
E é essa a nossa realidade!
E, precisamos, também, urgentemente de educação
para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo.
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão:
sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente.
Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo,
e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações
de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras
é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata
Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal
quando um aluno o xinga, o agride...
Chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente
(capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores),
chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores,
deve ser a carreira mais bem paga do país,
afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores,
até mesmo os "alfabetizados funcionais".
Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!!
Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves,
vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.
Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Salta todas las barreras y fortalece la seguridad en ti mismo
Los optimistas visualizan lo mejor de todas las cosas.
Aprende a ser optimista, agradeciendo a Dios por todo lo que te da.
La vida no te va a dar más de lo que tú le des.
Hay quienes creen en sólo lo que ven.
Seamos positivos con nosotros mismos y los demás.
Si en tu vida tienes tropiezos, tienes que levantarte tú mismo.
Vence el temor que te lleva a imaginar todo lo negativo
Convierte tus problemas en oportunidades.
Ten claro tus objetivos.
Lo que cultivemos en tiempos de tranquilidad.
Querer es poder.
Siente a Dios dentro de ti mismo.
Comparte con alegría.
Fórjate metas para que triunfes en la vida.
Vive el presente y haz lo mejor de él.
Rodéate de personas entusiastas y optimistas para que puedas triunfar
Debes pensar siempre que todo lo que quieres hacer, lo vas a lograr.
Si eres optimista tienes mucha más fuerza, porque siempre estás pensando que puedes lograr salir adelante y así podrás ayudar a los demás para que cambien de actitud.
Vive el hoy como si fuese el último día de tu vida.
Dedica cinco minutos de tu vida para programar, planear, cristalizar tus sueños así lograrás cosas que jamás imaginarías alcanzar.
Debes tener metas a corto, mediano y largo plazo.
Cultiva diariamente la fortaleza de tu espíritu dando lo mejor de ti mismo a los demás
Cambia de actitud, fortalece tu fe, tu espíritu, dedicación.
Comparte con alegría, perdona sin rencor, vive intensamente con amor y agradecimiento a Dios por tener todo lo que tienes.
Detrás de todo mal aparente, siempre hay un bien conocido.
Cuando tengas un problema, considéralo que es un peldaño para que puedas seguir escalando y triunfar.
Tienes que cultivar la fortaleza de tu espíritu por medio de tus acciones y el servicio hacia los demás.
Visualiza tus fracasos como experiencias de las que debes aprender.
El que Quiere Puede.
Todo lo que quieres ser lo vas a lograr.
Todos tus pensamientos irradian energías.
Nuestras experiencias no son más que efectos de nuestros pensamientos.
Puedes llegar a la cima.
Atrévete a penetrar en tu conciencia para que te veas de una forma diferente.
Tiene mente y voluntad propia.
Elimina los malos pensamientos en el mismo instante en que te lleguen.
Con la fuerza interior y la fe restablecida, levántate en busca de nuevos horizontes.
Logra tranquilidad en tu hogar, tu familia y tu trabajo.
Quizás pienses que es mucho lo debes hacer, pero proponerte día a día cambiar en algo, es un gran paso y será el primero y nunca olvides que es el más difícil. Hazlo, inténtalo y verás como DIOS te ayuda a salir adelante.
Los optimistas visualizan lo mejor de todas las cosas.
Aprende a ser optimista, agradeciendo a Dios por todo lo que te da.
La vida no te va a dar más de lo que tú le des.
Hay quienes creen en sólo lo que ven.
Seamos positivos con nosotros mismos y los demás.
Si en tu vida tienes tropiezos, tienes que levantarte tú mismo.
Vence el temor que te lleva a imaginar todo lo negativo
Convierte tus problemas en oportunidades.
Ten claro tus objetivos.
Lo que cultivemos en tiempos de tranquilidad.
Querer es poder.
Siente a Dios dentro de ti mismo.
Comparte con alegría.
Fórjate metas para que triunfes en la vida.
Vive el presente y haz lo mejor de él.
Rodéate de personas entusiastas y optimistas para que puedas triunfar
Debes pensar siempre que todo lo que quieres hacer, lo vas a lograr.
Si eres optimista tienes mucha más fuerza, porque siempre estás pensando que puedes lograr salir adelante y así podrás ayudar a los demás para que cambien de actitud.
Vive el hoy como si fuese el último día de tu vida.
Dedica cinco minutos de tu vida para programar, planear, cristalizar tus sueños así lograrás cosas que jamás imaginarías alcanzar.
Debes tener metas a corto, mediano y largo plazo.
Cultiva diariamente la fortaleza de tu espíritu dando lo mejor de ti mismo a los demás
Cambia de actitud, fortalece tu fe, tu espíritu, dedicación.
Comparte con alegría, perdona sin rencor, vive intensamente con amor y agradecimiento a Dios por tener todo lo que tienes.
Detrás de todo mal aparente, siempre hay un bien conocido.
Cuando tengas un problema, considéralo que es un peldaño para que puedas seguir escalando y triunfar.
Tienes que cultivar la fortaleza de tu espíritu por medio de tus acciones y el servicio hacia los demás.
Visualiza tus fracasos como experiencias de las que debes aprender.
El que Quiere Puede.
Todo lo que quieres ser lo vas a lograr.
Todos tus pensamientos irradian energías.
Nuestras experiencias no son más que efectos de nuestros pensamientos.
Puedes llegar a la cima.
Atrévete a penetrar en tu conciencia para que te veas de una forma diferente.
Tiene mente y voluntad propia.
Elimina los malos pensamientos en el mismo instante en que te lleguen.
Con la fuerza interior y la fe restablecida, levántate en busca de nuevos horizontes.
Logra tranquilidad en tu hogar, tu familia y tu trabajo.
Quizás pienses que es mucho lo debes hacer, pero proponerte día a día cambiar en algo, es un gran paso y será el primero y nunca olvides que es el más difícil. Hazlo, inténtalo y verás como DIOS te ayuda a salir adelante.
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